4.10.09

É tão pouco o que eu peço
Quero uma companhia
Pros sábados preguiçosos
O balanço da rede
O sol batendo gostoso

É tão pouco o que peço
Quero estar com você
E você sempre comigo
Sorrir porque mais que amante
Tenho um amigo

É tão pouco o que peço
Fazer parte da sua vida
E você parte da minha
Compartilhar o bom e o ruim
Doar felicidade e curar feridas

É tão pouco o que peço
Quero ser independente
Tendo um ao outro pra apoiar
Poder ser inconseqüente
Deixando o amor me levar

Me ame é tudo que peço
Me ame e seja amado
Me ame com o tempo
Me ame como namorado

Me ame com cuidado
Me ame com paixão
Me ame com esmero
Me ame de coração

Me ame em silêncio
Me ame num sussurro
Me ame falando alto
Me ame no escuro

Me ame do meu jeito
Me ame do meu lado
Me ame durante a semana
Me ame aos feriados

Me ame de leve
Me ame com carinho
Me ame à distância
Me ame mais pertinho

Me ame com força
Me ame com vontade
Me ame calmamente
Me ame de verdade

Me ame por inteiro
Me ame como um louco
Me ame com desespero
Só não me ame pouco

7.9.09

Irremediavelmente envolvida
O fim de semana passa devagar
Fico aqui recolhida
Espero a semana chegar

Calmamente enlouquecida
Aguardo você me ligar
Me sentir querida
Deveria te chamar

Deliciosamente perdida
Eu queria te contar
Mas sou tão esquecida
Tente me decifrar

Sentimentalmente mexida
Enquanto você não chegar
Levo a minha vida
Tentando não errar

3.7.09

Nobody said it was easy...

Não imaginava que fosse desse jeito
Sigo vivendo minha vida
Mas sua ausência dói no meu peito

Eu achava que fosse fácil
Mas eu sou tão frágil
E facilmente me desfaço

Pensava que seria segura
Mas te amo demais
E perder seria loucura

Talvez eu não sentisse medo
Mas ainda sou eu mesma
E para mudar ainda é cedo

Quem sabe devesse ficar muda
Mas escrever é minha sina
E escolho ter minha alma desnuda

12.6.09

Eu sinto a pele trêmula. Vem um ar frio da janela, mas não é esse o motivo. A pele treme porque te sinto em cada pedaço de mim, como eu não imaginava sentir. Então penso em escrever sobre isso, sobre como eu estou me sentindo, mas as frases fogem. Eu não sou mais mente, sou corpo e alma, que sentem, não pensam. Aí me movo devagar, no ritmo que você me leva. Podem passar alguns minutos ou horas e fico feliz em ver como estou corada, em perceber que estou com o seu cheiro impregnado em mim. Depois outro dia passa com o nosso beijo proibido guardado, os toques controlados, os desejos digitados, mas mesmo assim sigo aproveitando nossas músicas, nossa conversa, nosso nonsense e nossas risadas. E só me resta sentir o que se passa dentro de mim agora, o que eu não esperava sentir tão cedo, o que não sabia como encontrar.

Feliz dia dos namorados

31.5.09

Eu sou a princesa encastelada
Minha solidão nunca se apaga
Quando parece que vai ter fim
Me explicam que não é bem assim

Atenção com os horários
Preencha três formulários
Submeta a ficha do namorado
Ai se o príncipe não for encantado

Eu fujo de seus ideais
Mas meus desejos são normais
O que para um é absoluta verdade
Para mim não é prioridade

Queria voar
Queria sentir
Ver minha vida prosseguir

Me entregar
Me conhecer
Mas nunca vou crescer

não precisa ser você para me provocar a escrever. mesmo sendo relacionado hehe

12.2.09

Minhas mãos estão atadas
Inevitavelmente atadas
Os problemas passam a minha frente
Eu não posso fazer nada

Quero fazer as coisas acontecerem
As pendências desaparecerem
Poderia ser diferente
Mas sinto me esquecerem

Os passos dados no escuro
Pressionada num caminho inseguro
Levada pela angústia

Tudo é sujeito a enganos
Não uso nenhum de meus planos
Mas tenho que seguir na busca

18.12.08

Alguns passos para o vício

Toda manhã é a mesma rotina. Durante o dia, eu preciso de mais, mas tenho que evitar. É como uma droga, a quantidade vai sempre aumentando. O que eu usava anos atrás já não me satisfaz. Minha mãe me incentiva, diz que ainda uso pouco. Vejo pessoas em estados mais graves na rua. Desfiguradas, acordam de manhã e não se reconhecem ao olhar no espelho. Antes de dormir, percebo como a sujeira transparece nos meus olhos. Mas o melhor jeito de disfarçar usando mais e mais.
É fácil encontrar em qualquer farmácia ou loja de departamento. Alguns lugares chiques também comercializam. Revistas ensinam como usar.
Apesar de aceito completamente pela sociedade, em especial as mulheres, não há como negar: maquiagem é como um vício. Um mundo onde o pó que todos consomem é compacto e tem que combinar com a sua pele (ou não, causando um efeito ainda mais devastador).
Eu ainda era jovem quando resolvi testar um kit da minha mãe nos meus olhos. Segui instruções que havia lido e me senti poderosa em instantes. Mas a quantidade era muito grande para alguém da minha idade usar socialmente. Não estava acostumada, os conhecidos poderiam estranhar e comentar. Então comecei com um simples lápis marrom comprado na farmácia. As vezes, quando lembrava, um rímel transparente. Aí que começa o problema, quando você usa sempre e se acostuma. A dose diária passa a ser nada, não tem mais aquele efeito.
Um dia, perdi esse lápis marrom. Infelizmente, só encontrei um preto em casa para substituir. Como eu já devia ter previsto, não consegui voltar a usar o marrom depois de re-encontrá-lo. Era tarde demais. Hoje perco alguns minutos todas as manhãs riscando meu olho por todos os lados com o lápis mais preto que posso encontrar. Procuro em todas as lojas, converso com outras viciadas (e também viciados, por que não?) sobre qual tem o efeito mais duradouro e o preto mais preto. Pinto meus cílios já escuros com algo que é quase uma graxa sobre os olhos e dá um trabalho pra tirar.
Mas eu ainda estou numa fase leve e fico só nisso. Apesar de ter tentado, o batom não é uma droga que me atrai. Por sorte, rejeito base, pó e blush. Estes são os piores. Te tiram a aparência humana. E, cuidado, o problema tende a piorar com a idade e algumas senhoras, num momento de desespero, apelam para a maquiagem definitiva. Coitadas. Por mais que não saia no banho ou precise de um ritual matutino, vão querer sempre mais. E apelar para vícios mais graves e contra-indicados, como lifting e toxina botulinica. Mas essa já é outra história.

3.12.08

blog zen
Movimento do "slow blogging", inspirado na idéia de "slow food", prega que páginas pessoais de internet sejam convite à reflexão, em vez de noticiosas e imediatistas

SHARON OTTERMAN
DO "NEW YORK TIMES"

Quando Barbara Ganley quer refletir sobre a vida, ela caminha pela paisagem rural de Vermont, volta para casa sem pressa e depois escreve em seu blog sobre o que fez e meditou. Num post recente, ela escreveu sobre as impressões geladas deixadas na neve pelos veados quando dormem. Em outro, comentou que quer ir trabalhar de bicicleta e fazer mais reciclagem.
Se seu blog, bgblogging.wordpress.com, soa tranqüilo e repleto de divagações, é porque é exatamente isso. Mas é justamente esse o objetivo. Ganley, 51, integra um movimento pequeno e singular conhecido como "slow blogging" -o blogging sem pressa.
A prática é inspirada no movimento do "slow food", segundo o qual o fast-food está destruindo tradições locais e hábitos alimentares saudáveis. Os proponentes do slow food acham que a comida deve ser local, orgânica e sazonal; os "slow bloggers" acham que blogs movidos por notícias são o equivalente aos restaurantes de fast food -ótimos para consumo ocasional, mas insuficientes para garantir o sustento humano no longo prazo.
Um Manifesto Slow Blog, escrito em 2006 por Todd Sieling, consultor de tecnologia de Vancouver, Colúmbia Britânica, apresentou os princípios do movimento: "O slow blogging é a rejeição do imediatismo", escreveu. Devido à ausência de leitores, Sieling não anda mais escrevendo em seu blog.
Mas Barbara Ganley, que deixou recentemente seu emprego de professora de redação no Middlebury College, compara o "slow blogging" à meditação. Segundo ela, o "slow blogging" é "ficar em silêncio por alguns minutos antes de escrever e jamais escrever a primeira coisa que lhe vem à cabeça".
Em seu blog, Ganley justapõe imagens e textos, tecendo reflexões sobre a paisagem local. Ela tende a incluir posts uma ou duas vezes por semana, mas às vezes passa cerca de um mês sem incluir material novo.

Radicais
Alguns "slow bloggers" gostam de testar ainda mais a atenção de seus leitores. Acadêmicos postam artigos longos sobre estilos de dar aula, enquanto especialistas em tecnologia fazem experimentos para determinar quão pequena pode ser a freqüência de seus posts antes de serem abandonados por seus leitores.
A abordagem é uma provocação dirigida a blogs grupais populares como Huffington Post, The Daily Beast, Valleywag e Boingboing, que podem difundir até 50 itens por dia. Os leitores lotam esses sites, e os anunciantes tomam nota do fato.
Entre os "slow bloggers" e os bloggers a jato, existe um meio termo enorme -centenas de milhares de pessoas que não se esforçam para atrair anúncios e repercussão, mas escrevem porque querem comunicar-se com colegas e amigos que pensam como eles.
Essas pessoas vêm sendo a base do gênero desde o princípio, mas, recentemente, sua produção vem passando por uma mudança drástica. Na prática, se não declaradamente, elas estão cada vez mais praticando o "slow blogging".
"Tenho notado uma redução marcante nos posts -estou falando dos bloggers mais visíveis, aqueles que têm cem, 200 ou mais leitores", comentou Danah Boyd, doutoranda da Universidade da Califórnia em Berkeley que estuda cultura popular e tecnologia. "Acho que as pessoas que escreviam posts longos, refletidos, continuam a fazê-lo, mas as que escreviam posts ao estilo "ei, dê uma olhada nisso" estão indo para outros fóruns."
A tecnologia é parcialmente responsável. Dois anos atrás, se uma pessoa queria compartilhar um link ou um vídeo com amigos ou lhes informar de um evento que teria lugar, ela postava a informação num blog.
Hoje é muito mais rápido digitar 140 caracteres num Twitter update (também conhecido como tweet), compartilhar imagens no Flickr ou usar o serviço de notícias do Facebook. Em comparação com isso, um programa tradicional de blogging como o WordPress pode parecer glacial.
Outra razão pela qual alguns bloggers vêm reduzindo o ritmo de suas contribuições é o puro cansaço. Siva Vaidhyanathan, professor na Universidade da Virgínia, fechou seu blog muito lido, o Sivacracy, em setembro, em parte porque estava exausto com as demandas que o acompanhavam. "Quando você tem seu próprio blog, há muita pressão imaginária para publicar constantemente, ser espirituoso, escrever bem.
Ninguém consegue conviver com isso", disse ele.
Barbara Ganley, a blogger de Vermont, tem um slogan que capta a tendência perfeitamente: "Escreva num blog para refletir; escreva tweets para se conectar". "O blogging é aquele lugar sem pressa", diz ela.

Tradução de CLARA ALLAIN - Folha de S. Paulo



Eu acho q pratico slow blogging sem saber. Não é ideologia, é falta de método. E, realmente, agora eu uso o twitter para falar "coisinhas". Gostei dos cientistas calculando qto tempo demora pras pessoas deixarem de ler o blog. rs

26.11.08

A arte de saber fazer nada

Geralmente fazer nada é considerado algo positivo. Sem responsabilidades, sem stress, just relax. Mas nem sempre ficar parada é agradável. Por favor, me dê algo para fazer. Eu tenho arroubos terríveis de tédio angustiante. De chorar num sábado a tarde sem ninguém em casa. O fazer nada bom é quando se tem algo bom para fazer (nem que seja dormir). O fazer nada ruim é esse desespero que me força a escrever agora.
Tem gente que sobrevive bem nesse meio. Vide vagabundos e algumas madames. Eu não sou a pessoa mas pró-ativa do mundo, mas simplesmente não consigo. Reclamo quando as pessoas acham que está bom. Quero voltar para a cidade correndo depois de uma semana na praia. Quero ajudar a varrer o chão quando fico até o fim em uma festa. Quero trabalhar quando estou onde se supunha que eu iria para isso. Não que seja agradável. É que só olhar todos em atividade é pior. Quase como se estivesse sozinha. Não sei se pra melhor ou pra pior. É como se eu fosse uma inútil.
Dizem como é bom ficar um mês de bobeira e ganhar por isso. Não é, juro que não. Eu fico quieta sem fazer nada, esperando o tempo passar, sendo a que joga paciência enquanto os outros se esforço. E não posso fazer nada a respeito. Nada. A não ser escrever e ver se, pelo menos esse mês, eu não deixo esse blog criar teias. Meio que forçada pelo destino, mas pelo menos serviu para algo.
Este é o preço que se paga por algumas mudanças da vida, passar um tempo sendo um sujeito indeterminado.

10.8.08

Last night I dreamt that somebody loved me

“Love is natural and real,
But not for you, my love, not tonight, my love.

Love is natural and real,
But not for such as you and I, my love.”

Olha só, eu tive um sonho essa noite. Sabe como são sonhos, então não lembro muito bem. Éramos eu, você, minha mãe apareceu também. Algumas vezes estávamos no condomínio que eu morava. Nós saíamos, nos divertimos. Eu me sentia só as vezes, você vinha atrás de mim para me fazer sorrir e me distrair. Me procurava quando eu me escondia. Me provocava quando eu esmaecia. Era muito bom, mas tinha algo que a gente não demonstrava claramente, algo que a gente não dizia. Por receio, quem sabe timidez. Lá pelo fim do sonho, minha mãe, com o seu sexto sentido materno (que nem sempre funciona como diz a lenda), percebeu o que estava escondido e falou. Sorrimos aliviados, afinal alguém disse o que estava preso em nossas gargantas e tínhamos medo de dizer. E então pudemos namorar sem ninguém ter o peso de ser aquele que toma a atitude e se declara.
Na vida real as coisas não acontecem desse jeito. Minha mãe, nem ninguém, vai chegar e resolver. E isso dói, me angustia. Assim como aconteceu quando assisti a um filme meses atrás. Fiquei sensível, tensa, ansiosa. Esse meu sonho fez tudo voltar e eu ver que talvez esteja perdendo tempo. Mas eu nem sei se você existe para que eu possa fazer algo. Se não é a junção de um cara real X com um príncipe encantado Y, o que forma um cara real acima da média, próprio para se sonhar. Sinto como se fizesse isso o tempo todo, tendo intensos relacionamentos mentais com semi-desconhecidos (com diferentes graus de conhecimento/desconhecimento), sem que eles dêem conta disso. Eu sofro, eu tremo, eu sou ridícula mesmo, e acho que nenhum dos alvos tem alguma noção do que se passa na cabeça daquela menina (no caso, eu).
As vezes acho que posso citar a proporção de cada um deles que forma o ser ideal. As vezes acho que quero alguém por inteiro, de verdade, com qualidades, defeitos e babaquices. Por mais que o conheça pouco ou quase nada e complete o que falta com minha fértil imaginação, é com você que sonhei a noite passada.

1.8.08

vê só, não rolou o hábito hehe

e tô pensando q esse blog merece um template proprio, vai fazer 2 anos logo... mas se eu pouco escrevo, imagina fazer template? hehehe ainda aquela organização de layout por módulos móveis do blogger é tão pratica

23.7.08

Sobre criar um hábito

Hábitos são condicionamentos mentais estranhos. Você começa a fazer algo e, quando vai perceber, tem um novo costume, sabe-se lá por que. Alguns hábitos são tão antigos que não tem como saber quando começou. Eu não sei muito bem por que meu banho segue determinada ordem. Ou melhor, talvez eu até saiba, mas não sei a partir de qual momento percebi que era melhor assim ou, pior ainda, a partir de quando isso se tornou absolutamente automático.
Por essa sua característica de chegar de mansinho, sem ser algo muito perceptível, muitas vezes fica difícil criar uma hábito novo quando a gente precisa. Não consigo ter o hábito de beber água. Não consigo ter o hábito de me exercitar. Eu esqueço, dá preguiça, sei lá. Quero ter o hábito de usar perfume, mas nunca dá tempo. Passar lápis de olho dá tempo, mesmo que me atrase. Eu me sinto feia sem lápis, nua sem relógio, mas ignoro o perfume. As vezes compramos algo e queremos ter o costume de usar, afinal, gastamos dinheiro com isso. Alguém compra uma torradeira e uma cafeteira e quer ter o hábito de tomar café da manhã em casa, mas continua tomando na padaria. Eu estou tentando criar o hábito de usar esmalte. Pelo menos é baratinho, se eu não passar, se endurecer, não perdi muito. Por sorte eu criei o hábito de andar com o meu iPod, sou mais sozinha e entediada sem ele. Se o deixasse de lado, seria uma bela grana desperdiçada. Queria ter o hábito de pegar para estudar violão todo dia. Queria fazer hidratação no cabelo em casa uma vez por semana. Mas a gente não manda muito nos nossos costumes, os costumes mandam na gente.
Eu queria ter o hábito de escrever um blog. Não consigo. Foram alguns blogs desde que eles existem, sites antes dos blogs existirem, com diversas temáticas, layouts e hospedagem. Com textos meus e de outros, sobre qualquer coisa, curiosidades, tudo. E nada. Como fazer para criar este hábito? Vejo os blogs alheios. Alguns comentam tudo que aparece. Impossível. Me pergunto como a Bridget Jones vivia se ela perdia tanto tempo escrevendo o que acontecia em um diário. Alguns são metódicos e postam as quartas e sextas, domingos e quintas. Outros esquecem e de repente postam, como eu. Outros abandonam, idem.
Meu pai diz que melhoramos com a prática. Se aplica com relação ao meu desejo do hábito do violão, o carro que eu dirijo mal porque ele não deixa eu usar. Se aplica com relação ao meu desejo de escrever. Ele dá como exemplo colunistas de jornais, que tem que escrever algo uma vez por semana, com um número mínimo de toques, haja assunto ou não - arranje um. E eu tento ser colunista do meu próprio jornal, mas com pouca disciplina para cobrar meus próprios prazos. Mas vou tentar. Ser mais metódica e observadora, menos inconstante e sentimental.
Me propus um tema hoje e saiu. Veremos a próxima.

21.7.08

Seu estilo não me agrada
Seu papo não me convence
Mas aceito seu jogo
Porque estou frágil e carente

Um primeiro, um segundo
Sigo cobiçando os terceiros
Com o que me resta no mundo
Eu não me contento

Procuro agradar
Mas não fazer o que ele quer
Só não sei como negar
Quando quero me sentir mulher

ê, breguice

13.6.08

ando com a produção em baixa, não?
quero escrever prosa, poesia fica brega, mas prosa precisa de mais idéia e tempo, preguiça. tinha um concurso de contos q eu e meu pai combinamos de participar. ele escreveu e mandou, eu não. deixei passar o prazo.
queria musicar poesias, música disfarça a poética rasteira haha, mas não tenho um gravadorzinho e tbm tenho preguiça de ter q ir pro pc compor. além do q eu tbm sou uma iniciante no violão, sei lá se vou saber reproduzir as idéias.
aiai.